domingo, 30 de junho de 2013

Madame Casada e dando para dois ao mesmo tempo

É só não estar afim, chove homens. E quando se está taradinha, louca para dar, não surge nada.
Eu odeio aniversário! 36 anos! Boa esposa e dona de casa, vida de madame, filhas criadas, empregadas. Aborrecida com o ócio e num dilema: o que fazer?
Uma amiga, em situação parecida, entrou em depressão, por se sentir vazia, inútil. As primeiras rugas, celulite, o amor-próprio lá embaixo, mal amada e sem perspectivas.
Bem, eu tenho no Carlos, um marido liberal. Segundo ele, sou tão gostosa e putinha, que seria egoísmo satisfazer só ele. E me incentiva a ter aventuras, buscando o sexo pelo puro prazer.
Suas três condições são que faça sempre de camisinha, com rapazes jovens e conte depois tudinho para ele.
A camisinha é óbvio, mas para ele, uma pica encapada, é como se eu estivesse usando o vibrador. Sempre diz que lavou tá novo. Narrar a escapada em detalhes, o deixa taradão. E quanto aos rapazes jovens, acho que Carlos teme que com um coroa acabe virando caso. Existem milhares de garotões, na sua plenitude, loucos para meterem numa boceta apertadinha, todavia, acha-los é difícil.
Moramos numa cidade pequena e por isso, vamos até a Capital, a 86 km. E nem sempre somos bem sucedidos nessa procura. Resolvi então matar dois coelhos numa só cajadada. Após duas décadas, voltei a estudar. Só tinha terminado o colegial e decidi cursar uma faculdade. Estaria me atualizando e rodeada de garanhões!
Com apoio do Carlos, me matriculei num cursinho da Capital. De segunda a sexta, sempre perfumada e produzida, de carro e cheia de apostilas. As salas lotadas de jovens mexia com a libido. Eu ficava no cio, só de olhar os meninos. Ah, e que rapazes! Ficou fácil achar a presa. Era só escolher, puxar conversa e levar para o terreno sentimental. E fazer o gênero da esposinha insatisfeita e mal-comida. Com ou sem namoradas, todos cavalheirescamente, loucos para quebrar o galho desta casadinha.
De manhã era aula, depois um lanche e a tarde no motel. E a noite, contar tudo, tintin por tintin para o Carlos e mesmo cansada, esfolada e satisfeita, dar de novo para o meu corninho. Alguém soltou a língua e minha fama se espalhou entre as turmas do cursinho. Já me destacava por ser a única coroa, loira, 1,70 mts, cheinha mas com cinturinha e bunda cobiçada. Deve ter sido um dos que tinha me enrabado, pois, era um assédio total, os mais ousados dizendo abertamente que queriam comer minha bundona gostosa.
As garotas me evitavam e eu nem aí. Só me interessava os meninos mesmo. Chateava um pouco, porém, me sentia a rainha do cursinho, sempre rodeada de garotões. Uma abelha rainha, disputada por zangões, loucos para ferroar e depositar o leitinho como tributo.
Como adoro DP, resolvi dar para dois de uma vez. Julio, moreno, alto e forte era um que insistia há tempos. Seu apelido era ¨long dong¨ e certa vez, até exibiu o tamanho da sua pirocona, por cima das calças.
Eu recusava por não gostar dos atirados, preferindo os mais tímidos. Aliás, me dava prazer vê-lo cada dia mais tarado, querendo me comer de forma obsessiva.
Ciro foi um que já tinha me comido. Apesar de mal dotado, era um mestiço oriental lindo de rosto, magro e me surpreendeu com sua pegada. Sabia beijar e chupar gostoso, talvez o mais experiente entre eles.
Convidei os dois para lanchar depois da aula. E daí para o motel. Julio todo tarado e radiante, já quis me agarrar no estacionamento. Fiz ele sentar no banco de trás, com Ciro no banco do passageiro.
Mal entramos no quarto, Julio veio pra cima, agarrando, apalpando tudo e beijando sofregamente. Parece que o menino estava há muito tempo sem ter mulher. E Ciro sentadinho na beirada da cama.
Empurrei Julio, ordenando:
- Calma! Senta aí!
Tirei primeiro a blusinha de malha suplex. Virei de costas, baixei o ziper da saia e dei uma rebolada ao deixá-la cair no chão. Naquele dia estava com lingerie preta. Soltei a presilha do sutiã, me virei de frente e tirei, mostrando os seios. Os biquinhos endurecidos de desejo.
Rebolei novamente para tirar a calcinha. Fiquei só com os sapatos pretos, de salto alto. Lembrei de Carlos meu marido, que tem um fetiche de meter comigo, vestida só com sapatos de salto. Mandei eles se despirem. Julio, o atiradinho, foi mais rápido e já me abraçou, com a pirocona dura e armada, espetando minha xoxotinha. Deixei rolar para ver o que acontecia. O garoto me abraçou fortemente, beijando minha boca e tentando, alí mesmo, de pé, meter a rola.
Demonstrando toda inexperiência, estocava a entrada da grutinha, que naquela posição, a penetração só seria possível de baixo para cima. E eu me divertia, dificultando mais ainda sua ação. Julio parecia um cachorro tarado, cutucando tudo pela frente, com o pau em riste.
Me desvencilhei dele, aproximei de Ciro e ofereci a bocetinha. O garoto se levantou, me beijou demoradamente na boca, explorando deliciosamente a minha boca com a língua, enquanto me abraçava e passeava a mão nas minhas costas, com carinho e lascívia.
Veio beijando o pescoço, o colo e cada seio, lambeu, mordiscou e chupou a auréola, descendo até o ventre e finalmente, explorou os lábios da xaninha com a língua. Não aguentei e tive o primeiro orgasmo, ao ser tocada no clítoris por aquela língua quente e úmida.
Fiz Julio deitar de costas, com a cabeça em direção dos pés da cama e fui de cócoras até seu peito e abaixando, coloquei a xoxotinha em sua boca. Enquanto Julio me chupava, gesticulei chamando Ciro.
Peguei seu pau e comecei o boquete. A vantagem de chupar uma pica pequena é a facilidade de colocá-la inteira na boca e passear em toda extensão, sem necessidade de tirá-la. Literalmente uma gulosa.
O menino começou a gemer e apesar de querer beber seu leitinho, precisava dele para a DP. Parei e virei na posição de 69 com Julio. Pude apreciar sua ferramenta considerável, enorme e grossa.
Estava compenetrada no boquete quando senti, Ciro beijando e lambendo meu cuzinho. Que delícia quando a língua penetrava um pouco no buraquinho! Acho que o garoto não resistiu ver aquela bundona exposta. Senti algo mais duro forçando o anelzinho do cú.
Lembrei da camisinha, mas pela tesão ou preguiça, sei lá, deixei e até rebolei para facilitar a penetração. O garoto tinha cuspido nas pregas e mesmo assim, entrou forçado. Foi mais ardência do que dor.
Meu lado sádico se manifestou em dominar Julio e comandar as ações dos meninos. Me desengatei do Ciro, fiz Julio deitar desta vez com a cabeça para o lado da cabeceira da cama e sentei em cima, deixando aquele mastro entrar na bocetinha. Me joguei para a frente e com as mãos, abrí as maçãs, chamando Ciro para enfiar de novo.
Os dois começaram a se mexer freneticamente e eu apenas cuidando para que nenhum cacete escapasse dos buraquinhos. A sensação de ter duas rolas dentro de si, ambas se movendo, quente, duras e pulsantes, brigando por espaços exíguos, separados apenas pela pele que reveste os dois orifícios, nos confunde, parecendo estarem juntas, num buraco só.
Tive tantos orgasmos que o melzinho escorria farto. Se contrair os músculos da boceta e do cu ao mesmo tempo é gozar, então gozei pela boceta e cu. É indescritível!
Cada vez que um deles estocava mais rapidamente, tentava controlar esses movimentos com o quadril, tentando fazer com que ambos gozassem ao mesmo tempo. E gritava:
- Vamos gozar juntos! Vamos, mete, goza junto, goza! Ahhhh, gostoso, me arromba, mete, aaiiii, goza, enche a boceta, enche o meu cú de porra, enche, goza, enche, mete, aaahhhh gostooososo !
Não sei quem gozou primeiro. Sentí que o pau de Julio já estava mole, a meia bomba, ainda dentro de mim. E ajudei a expulsar o pau de Ciro do meu cuzinho, ¨cagando¨ ele.
Ao me levantar e sair da rola de Julio, tive consciência da loucura que tinha feito. A porra dele escorria farta e abundante da minha xaninha, caindo sobre a barriga dele e de trás, a cada contração do cu, saia também, aos borbotões a porra do Ciro. Céus, que loucura!
Corri para o banheiro para me lavar, enfiando o dedo dentro da xoxotinha, tentando tirar o máximo de esperma. O garoto tinha gozado um monte ali dentro e pior, bem no fundo.
Não adiantava chorar sobre leite derramado. Entramos na hidromassagem e continuamos a sacanagem. Os meninos me comeram de novo, um de cada vez. Julio quis meter atrás. No começo, relutei por causa do tamanho e do calibre.
- Hoje não, Julio. Na próxima vez, tá, Julio? (Por mim, no dia de São Nunca).
- Por favor, Val, deixa eu comer teu cuzinho, vá. Só um pouquinho, Val. Você deu o rabinho pro Ciro, Val. Dá pra mim também, dá!
A grossura do pênis dele me assustava. Sabia que ia doer. Também estava com medo do depois. Com certeza, ia continuar doendo por um bom tempo, me fazendo até andar meio de lado. E o buraquinho todo ardido.
- Olha, Julio, outro dia eu dou, tá? Hoje não. É que tá ardendo e isso aí é muito grande (disse apontando para a ferramenta dele).
- Poxa, Val, sacanagem! Vamos só tentar então. Um pouquinho só. Se doer, juro que eu tiro!
O garoto insistiu tanto que acabei deixando. Com um muito receio, fiquei estática de quatro. Quando a cabeçona encostou no anelzinho, relaxei o máximo e para facilitar, rebolei lentamente.
Depois de ter sido enrabada pelo Ciro, pensei que seria fácil receber a pirocona do Julio atrás. Eu estava enganada. Sua rola arrombou de vez as preguinhas. Soltei um ¨-Áiiiiii¨ bem forte, quando entrou. A cada empurrada da carne dura, eu dava uma arfada forte, gemendo e expulsando todo ar dos pulmões.
O avanço demorou uma eternidade. Senti o cuzinho todo cheio e esticado. Ele começou a estocar, cada fez mais rápido. A dor já era mais suportável. Com os dedos, manipulei meu clítoris. O garoto demorou para gozar, apertando meu quadril. As bombadas causavam ardiam, mas tive orgasmos incríveis!
Saímos do motel e deixei eles no centro da cidade. Na primeira farmácia, comprei a pílula do dia seguinte.
Naquela noite, contei tudo para Carlos, meu marido. Só esqueci de falar sobre o detalhe da camisinha. Apesar de arregaçada e dolorida, ainda dei, só a bocetinha, ganhando elogios:
- Nossa, benzinho, como cê tá excitada! Tá toda melada por dentro! Rsss.