domingo, 19 de maio de 2013

Tanto fez que deu no que deu ...

Eu me chamo Gabriela ou se preferirem, Gabi. Tenho 26 anos, corpo sarado à custa de muito suor e malhação. Considero meus seios bonitos apesar de não tão grande e tenho uma bunda redondinha e dura. Sou casada com Gilson, 5 anos mais velho que eu e encorajo-me a escrever o que, até o momento, era um segredo nosso. 

Nosso casamento sempre foi levado com bastante sacanagem, conversa aberta e franca, sem rodeios de um para com o outro e sempre nos permitimos uma liberdade incomum para o meio em que vivemos. Moramos na região serrana do Rio de Janeiro e trabalhamos na Capital o que nos leva a ter uma vida bastante corrida, mas gratificante. Ambos temos a habilitação, mas confesso que não me recordo nunca a verificar a data do vencimento e começa aqui a nossa primeira e deliciosa aventura. 

Gilson sempre me instigou bastante nos nossos momentos de sexo e já estava acostumada a escutar nos momentos que eu estava completamente submissa e entregue aos deleites do prazer sussurros, de Gilson, em meus ouvidos dizendo que gostaria muito de me ver entregue e toda preenchida por outro homem e confesso que nesses momentos o sangue fervia a tal ponto que gozávamos muito. As palavras de Gilson, a cada dia, me encorajavam mais e tornavam-me mais decidida e experimentar, mas ao mesmo tempo sempre achei que não teria coragem.

Fomos convidados para sermos padrinhos de casamento de um jovem casal amigo nosso e chegado o dia aquela correria peculiar que somente as mulheres sabem. Preparei-me toda e coloquei um vestido longo, preto, belíssimo, mas estava incomodada com a calcinha, que já era suficientemente pequena, marcando o vestido quando Gilson disse-me para tira-la e colocar na bolsa ao que imediatamente atendi ao seu pedido e finalmente senti-me liberta e bela. 

Pegamos a estrada e já estávamos com o horário bastante apertado. Chovia bastante, fato comum na serra, e se uma pedrinha, por menor que fosse, caísse na estrada, seria o suficiente para não conseguirmos chegar ao destino no horário. Passamos da fase crítica da serra, já não chovia mais e numa blitz em frente a Polícia Rodoviária fomos convidados a parar. Gilson encosta o carro, abre o vidro e eis que surge um gato fardado, com um corpo belíssimo, uma boca carnuda e duas contas de vidro nos olhos de tão azuis que eram. Formalidades a parte, Gilson apresenta os documentos e o policial o convida a sair do carro levando-o para dentro da base da polícia. E o tempo vai passando e nada do Gilson voltar. A minha ansiedade e a falta de notícias me deixavam nervosa quando resolvo sair do carro e vou até a base. Ao entrar deparo-me com o policial dizendo que iria ser obrigado a apreender o veículo e reter a carteira de Gilson que estava vencida. Gilson estava bastante chateado com a situação momento em que peço a ele que espere no carro, que estava aberto enquanto eu faria algumas ligações para tentar encontrar uma maneira de chegar ao nosso compromisso. 

Esperei o Gilson entrar no veículo e olhando para aquele gato pergunto se não teria alguma maneira de nos permitir ir ao nosso compromisso no que o gato fardado, Leonardo, olha par ao meu corpo comendo-me, literalmente, da cabeça aos pés, e diz que para tudo na vida tem um jeito. As palavras de Leonardo fizeram meu sangue ferver e senti que ali, Gilson, meu amado e querido marido, ia pagar pelas suas palavras. Eu me aproximo de Leonardo e digo bem baixinho em seus ouvidos,faço o que você quiser e deixo minha mão roçar de maneira voluntária em seu pênis, por sobre a farda. Leonardo abre a porta aos fundos e me convida a entrar, somente com um movimento de cabeça, no alojamento deles o que imediatamente aceito.

Ao entrar deparo-me com beliches e colchão no chão e Leonardo fecha a porta e me devora com um beijo maravilhoso. Tento resistir, dar uma dificultada, mas o meu sangue já fervia a tempos e entrego-me no entrelace de línguas. As mãos de Leonardo apertam minha bunda e num momento de lucidez, se é que alguém consegue tê-lo nessas horas, peço apenas que me ajude a tirar meu longo. O zíper foi aberto pelo Leonardo e meu longo ao cair me deixa entregue, nua por inteiro. Abro o zíper da farda de Léo e para fora pula um verdadeiro mastro, completamente duro, cheio de veias e uma cabeça rosada. Caio de boca, mas de tão grande que é o pau de Léo, não consigo abocanhá-lo por completo. Léo desvencilha-se de sua vestimenta e não largo aquela delícia. Léo deita-se no colchão e me puxa para um delicioso 69. Minha buceta estava completamente encharcada e Léo com sua língua frenética me fez atingir a verdadeiros orgasmos. Com sua pica em minha boca uma aventura imensurável. Por mais que tentasse, muita pica em minhas mãos. Meus gemidos eram altos de tanto tesão quando Léo me força a levantar e me apoia em um dos beliches. 

Arrebito mais a minha bunda redondinha e Léo invade minha privacidade com sua língua pegando-me por trás, completamente submissa. Com minha mão direito alcanço sua cabeça e seguro forte os cabelos desse macho que era, simplesmente, o segundo homem de minha vida. Em meio a tesão e medo, passa em instantes um filme em minha cabeça quando jurei amor eterno ao Gilson perante a toda sociedade, as palavras de Gilson em nossos momentos de tesão, minha família, nossos amigos. Passado o momento de flash back e com vários orgasmos imensuráveis resolvo escrever um novo capítulo e completamente submissa, peço ao Léo que me preencha. Sem cerimônia, arrebito um pouco mais a minha bunda e Léo, sem dó nem piedade, estoca de uma vez só sua pica dentro de mim. Meus gemidos de dor e prazer estão cada vez mais fortes. Aquele membro enorme e gostoso estava tocando meu útero. A cada estocada uma sensação diferente. Gozo interminavelmente e num momento único e impensável Léo explode de tesão inundando a minha buceta de tanto leite. Nossas respirações misturam-se e são únicas. Viro-me e beijo Léo. Com meu corpo suado, Léo pega sua toalha na bolsa e tiro o excesso de suor de meu corpo. Nós nos vestimos e retornamos a outra sala. Léo entrega o documento do Gilson e do veículo. Antes de sair viro-me para o Léo e aviso que ele que iremos parar novamente, na volta, para que meu corninho pudesse ver como é outro homem dentro de sua mulher e Léo concordou e disse que estaria esperando. Entrego um cartão com meu telefone e vou em direção ao nosso veículo. 


Ao chegar ao carro, Gilson estava nervoso por causa do horário e pedi a ele que saísse devagar que eu contaria como consegui resolver tudo. Saímos estrada afora, pego a mão direita do Gilson e coloco dentro de minha buceta arrombada e encharcada de leite de outro macho. Pergunto ao Gilson se era isso que meu corninho queria, sua mulherzinha regada e arrombada por outro homem e Gilson afirmou que sim. Nesse momento tive a certeza que Leonardo não seria apenas um caso, mas decidi que seria o meu amante. 

No retorno para nossa residência fiz o Gilson parar novamente na PRF para conhecer o homem que me invadiu, me seduziu, me leitou e me fez feliz além do meu corninho, é claro, mas vai ficar para outro relato.

Este relato é uma colaboração de um leitor do blog. Gostou? Comente
Quer um relato seu publicado? Envie-nos para o email webccrj@gmail.com